sexta-feira, 9 de abril de 2010
JC15 - Oblivion
[I promise to all of my fans that THIS post is for all of those who feel betrayed by my unforgettable act of not fulfilling the promises I make... SO coming REALLY soon...]
segunda-feira, 5 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
JC11 - Pandora
O mal foi libertado sobre o nosso mundo e apenas a esperança sobrou, longínquo murmúrio que chega até nós nos dias que correm, trazido por memórias rebuscados e deturpadas pelo intenso e incontrolável turbilhão do tempo. Mas a história termina aí o que leva os mais afincados e crentes leitores a enveredarem por uma tarefa hercúlea na procura da caixa, ainda que esta seja uma metáfora bem vincada, e encontrarem nela, bem no fundo, amedrontada pela maléfica e distorcida existência humana, essa esperança que, na maior parte das vezes, parece uma meta demasiado idílica para merecer sequer o esforço que a ela conduz.
Pois desenganem-se os ateus e os agnósticos, falsos sinónimos já muitas vezes esclarecidos à minha pessoa, mas que continuo sem distinguir colocando portanto, para evitar discriminações ou atentados à minha integridade linguística, emparelhados sempre que um dos dois desejo invocar, a caixa de Pandora não é uma metáfora, não, longe disso, é tão real que vivemos nela sem nos apercebermos a cada momento da nossa existência, a cada sopro de vida que expelimos, a cada piscar de olhos, a cada eterno segundo que nos aproxima inevitavelmente do fim, sempre lá esteve. E não falo eu de abstracções como o mundo ou o Universo, seria no mínimo patético considerar o nosso mundo uma caixa, falha estilística enorme utilizar uma caixa aproximadamente esférica para guardar algo tão perfeito e inimaginável como a esperança, falha apenas equiparável pela concepção de uma caixa de tamanho infinito em constante (será?) crescimento. Não. Desde o momento em que a sala 118 ganhou vida que muitos sentiram o Seu poder, o Seu chamamento, o Seu efeito. Desde o momento em que decidi transcrever os acontecimentos que rodeavam aquele ponto fulcral do poder divino que me senti impelida por forças até então desconhecidas, que me deram o dom de transpor em palavras momentos e sentimentos que ultrapassam a mais inumana das percepções. E foi só quando tal poder desapareceu, a 14 de Fevereiro de 2010, que eu percebi, que todos os que comigo viveram naquele oásis perceberam, que a sala 118 estava perdida para sempre. E todos entenderão agora porque afirmo, sem dúvidas de qualquer tipo, que a sala 118 é sem dúvida o antro da esperança, a caixa de Pandora dos tempos modernos.
Mas ultimamente a caixa permanece selada. Todos os que tinham o poder de a abrir sucumbiram a maleitas diversas, muitas das chaves simplesmente sumiram, viajaram, deixaram de exercer a sua função. E nestes dias que correm a esperança permanece, trancada eternamente no minúsculo volume contido nas 4 paredes chão e tecto desse cubo de Rubik, pois mágica ela é, faltando apenas o espectro cromatográfico e os múltiplos eixos de rotação para tornarem esta simples e rudimentar metáfora numa descrição perfeita e perspicaz do local divino que é a sala 118. Tentai oh intrépidos exploradores, passar dias e dias como aqueles que passamos naquela sala. Tentai oh jovens aventureiros sentir a torrente de divindade que tão prosperamente emanava da fonte da sabedoria dentro daquelas paredes... Tentai e falhai.
A fonte secou...
Mas virá o dia em que aquelas portas se abrirão de par em par, ignorando o facto da singularidade de uma só porta existir que separa o Éden olímpico da sala 118 do mundano corredor que a ela conecta. E nesse dia a esperança fluirá nos nossos corpos, oh crentes na perfeição, e inundará os nossos seres com o sentimento que todos partilhávamos rodeados daquelas quatro paredes e 2 janelas... Acreditai... Esperai...
Esse dia virá...
Pois desenganem-se os ateus e os agnósticos, falsos sinónimos já muitas vezes esclarecidos à minha pessoa, mas que continuo sem distinguir colocando portanto, para evitar discriminações ou atentados à minha integridade linguística, emparelhados sempre que um dos dois desejo invocar, a caixa de Pandora não é uma metáfora, não, longe disso, é tão real que vivemos nela sem nos apercebermos a cada momento da nossa existência, a cada sopro de vida que expelimos, a cada piscar de olhos, a cada eterno segundo que nos aproxima inevitavelmente do fim, sempre lá esteve. E não falo eu de abstracções como o mundo ou o Universo, seria no mínimo patético considerar o nosso mundo uma caixa, falha estilística enorme utilizar uma caixa aproximadamente esférica para guardar algo tão perfeito e inimaginável como a esperança, falha apenas equiparável pela concepção de uma caixa de tamanho infinito em constante (será?) crescimento. Não. Desde o momento em que a sala 118 ganhou vida que muitos sentiram o Seu poder, o Seu chamamento, o Seu efeito. Desde o momento em que decidi transcrever os acontecimentos que rodeavam aquele ponto fulcral do poder divino que me senti impelida por forças até então desconhecidas, que me deram o dom de transpor em palavras momentos e sentimentos que ultrapassam a mais inumana das percepções. E foi só quando tal poder desapareceu, a 14 de Fevereiro de 2010, que eu percebi, que todos os que comigo viveram naquele oásis perceberam, que a sala 118 estava perdida para sempre. E todos entenderão agora porque afirmo, sem dúvidas de qualquer tipo, que a sala 118 é sem dúvida o antro da esperança, a caixa de Pandora dos tempos modernos.
Mas ultimamente a caixa permanece selada. Todos os que tinham o poder de a abrir sucumbiram a maleitas diversas, muitas das chaves simplesmente sumiram, viajaram, deixaram de exercer a sua função. E nestes dias que correm a esperança permanece, trancada eternamente no minúsculo volume contido nas 4 paredes chão e tecto desse cubo de Rubik, pois mágica ela é, faltando apenas o espectro cromatográfico e os múltiplos eixos de rotação para tornarem esta simples e rudimentar metáfora numa descrição perfeita e perspicaz do local divino que é a sala 118. Tentai oh intrépidos exploradores, passar dias e dias como aqueles que passamos naquela sala. Tentai oh jovens aventureiros sentir a torrente de divindade que tão prosperamente emanava da fonte da sabedoria dentro daquelas paredes... Tentai e falhai.
A fonte secou...
Mas virá o dia em que aquelas portas se abrirão de par em par, ignorando o facto da singularidade de uma só porta existir que separa o Éden olímpico da sala 118 do mundano corredor que a ela conecta. E nesse dia a esperança fluirá nos nossos corpos, oh crentes na perfeição, e inundará os nossos seres com o sentimento que todos partilhávamos rodeados daquelas quatro paredes e 2 janelas... Acreditai... Esperai...
Esse dia virá...
JC10 - Paradox (aka Destiny)
Há momentos na vida de cada um de nós que parecem cuidadosa e, muitas vezes, cirurgicamente extraídos de um qualquer argumento fictício elaborado por alguém com uma imaginação e uma distorção tão grandes da realidade que quando tais acontecimentos tomam lugar, os seus intervenientes sofrem consequências tenebrosas a nível da sanidade mental e da capacidade cognitiva de compreender a realidade que os rodeia. Neste post narrarei um desses acontecimentos, um momento belo daquilo a que os mais literados gostam de chamar uma feliz coincidência, não confundir com destino ou determinismo, falsos sinónimos, pois falar de tais temas poderá ferir susceptibilidades e provocar divagações e discussões de tal forma extensas que o limite de caracteres deste post seria largamente ultrapassado sem que a alguma conclusão sólida conseguíssemos chegar.
Todos os anos existe um fim-de-semana capaz de mudar o futuro. Para quem acredita em destino, pode dizer-se que aqueles que o vivem são responsáveis por moldar vidas, poder concedido apenas pelos mais crentes e beatos seguidores das divindades a elas mesmas. Eu vivi-o nos últimos 3 anos e, nesse período de tempo, construí futuros, destruí vidas, estilhacei ideias erróneas e criei revolta entre os meus iguais. Este ano mudei a postura. E decidi dar a cada um dos que me procurou em busca de respostas um momento de epifania espiritual, uma viagem ao subconsciente onde decidi projectar imagens do futuro de cada um, para que cada um percebesse que, mesmo moldando o destino, existe sempre o poder de escolher, o livre arbítrio. E foi num destes momentos de projecção astral na mente de um dos muitos indivíduos que durante 4 dias procurou os meus conselhos, após árduas horas de viagem por caminhos inacessíveis e mares inultrapassáveis, que eu mesmo fui atacado pelo destino.
Muito se tem conjecturado, mesmo após o meu último post, entre os meus seguidores, se realmente eu sou o ser omnipotente que afirmo ser, desprovido de todos os sentimentos responsáveis pela perda de controlo sobre o meu ego. Para muitos eu minto, heresia das heresias revoltar-se de tal forma contra a divindade inegável do meu ser, e para esses descrentes nem eu, ficticiamente João Monteiro, resisto aos prazeres da carne, apontando-me ainda o dedo no facto em que crêm na minha fraqueza em relação ao indivíduo que tratarei deste momento em diante por Diana. Dela já falamos remotamente neste blog e os mais afincandos e fanáticos seguidores já a conhecerão e já terão com certeza fantasiado com uma personagem meramente virtual, sem aparência corpórea, e com todas as actividades que esta falta de corporalidade e obediência às leis da Física poderia fornecer. Não escrevo isto para admitir tão inapropriada relação especialmente quando ela não é verídica, mas também porque faz parte da minha natureza não ceder a pressões externas no que à mentira diz respeito. Diana é uma peça importante no que se desenrolará em seguida e, duma certa forma, Diana prova no acontecimento a narrar em breve, que se calhar há pessoas que estão feitas para estarem juntas por muito ódio e nenhuma atracção que exista entre elas.
O Domingo de Ramos é uma tradição inexplicável. O simples acto de tentar corrigir, muitas vezes, a falta de contacto com as pessoas a quem os nossos pais deram o títulos de padrinhos, ainda nós não tinhamos capacidade para concordar ou não com a decisão, é no mínimo patético e revela que a chantagem e o suborno são duas das armas mais poderosas para dominar os sentimentos de uma pessoas, elevando a sua cobiça e ganância à flor da pele, sempre escondida mas nunca enterrada. No Domingo de Ramos eu executava a minha tarefa de guia espiritual perante os milhares de almas perdidas que buscavam os meus conselhos quando uma delas me revelou, na viagem pelo seu subconsciente, uma relação de parentesco ténue com Diana. Esta relação, "prima" chamou-lhe ela, trouxe a mim a dúvida, onde está Diana quando era suposto estar aqui orientando a sua prima nos poderosos e misteriosos caminhos da vida? A dúvida encheu-me e tive que a expressar à única pessoa capaz de mo responder. A verdade é que a "prima" de Diana sofria da mesma dúvida que eu em relação ao seu paradouro quando a necessidade de amor fraternal se mais fazia sentir. Os telemóveis são armas do demónio, mas é neste momento que revelam todo o seu poder, ao darem-me a notícia de que, cedendo às tradições, Diana se encontra com a sua madrinha partilhando momentos de afecto inigualáveis, falsos quem sabe, só Deus, visto falar eu de experiência muito pessoal.
Mas uma história que poderia acabar aqui e em nada espelhar anormalidade, entrou no domínio do sobrenatural quando fui abordado por um segundo indivíduo, claramente relacionado com o primeiro numa relação clara de maternidade ou afim, exclamando perante o meu ar estupefacto, ser ela, e não outra do outro lado da linha de trocas de SMS, a madrinha de Diana. Em quem acreditar? Naquela que todos crêm ser a única capaz de me fazer ceder aos prazeres da carne ou na pessoa que afirmava ser a sua madrinha, ilustre desconhecida para mim, estaria ela a mentir? Não sei, continuaria sem saber, sem o destino não me tivesse feito questionar Diana. Será destino? A verdade é que Diana afirmava novamente que estava a dirigir-se a casa de sua madrinha, que se encontrava ali quedada à minha frente enquanto via este enorme paradoxo desenrolar-se à minha frente. O final desta história? Não sei. Nem quero. Há histórias que ficam completas sem um final, perdoando-me mais este paradoxo. Prefiro viver a vida a pensar que este momento teve tanto de belo como de impossível. Coincidence you might think? Como numa bela série de televisão que eu e muitos outros seguem vorazmente, muitas vezes até demais, já foi um dia proclamado...
Don't mistake coincidence for fate.
JC
Todos os anos existe um fim-de-semana capaz de mudar o futuro. Para quem acredita em destino, pode dizer-se que aqueles que o vivem são responsáveis por moldar vidas, poder concedido apenas pelos mais crentes e beatos seguidores das divindades a elas mesmas. Eu vivi-o nos últimos 3 anos e, nesse período de tempo, construí futuros, destruí vidas, estilhacei ideias erróneas e criei revolta entre os meus iguais. Este ano mudei a postura. E decidi dar a cada um dos que me procurou em busca de respostas um momento de epifania espiritual, uma viagem ao subconsciente onde decidi projectar imagens do futuro de cada um, para que cada um percebesse que, mesmo moldando o destino, existe sempre o poder de escolher, o livre arbítrio. E foi num destes momentos de projecção astral na mente de um dos muitos indivíduos que durante 4 dias procurou os meus conselhos, após árduas horas de viagem por caminhos inacessíveis e mares inultrapassáveis, que eu mesmo fui atacado pelo destino.
Muito se tem conjecturado, mesmo após o meu último post, entre os meus seguidores, se realmente eu sou o ser omnipotente que afirmo ser, desprovido de todos os sentimentos responsáveis pela perda de controlo sobre o meu ego. Para muitos eu minto, heresia das heresias revoltar-se de tal forma contra a divindade inegável do meu ser, e para esses descrentes nem eu, ficticiamente João Monteiro, resisto aos prazeres da carne, apontando-me ainda o dedo no facto em que crêm na minha fraqueza em relação ao indivíduo que tratarei deste momento em diante por Diana. Dela já falamos remotamente neste blog e os mais afincandos e fanáticos seguidores já a conhecerão e já terão com certeza fantasiado com uma personagem meramente virtual, sem aparência corpórea, e com todas as actividades que esta falta de corporalidade e obediência às leis da Física poderia fornecer. Não escrevo isto para admitir tão inapropriada relação especialmente quando ela não é verídica, mas também porque faz parte da minha natureza não ceder a pressões externas no que à mentira diz respeito. Diana é uma peça importante no que se desenrolará em seguida e, duma certa forma, Diana prova no acontecimento a narrar em breve, que se calhar há pessoas que estão feitas para estarem juntas por muito ódio e nenhuma atracção que exista entre elas.
O Domingo de Ramos é uma tradição inexplicável. O simples acto de tentar corrigir, muitas vezes, a falta de contacto com as pessoas a quem os nossos pais deram o títulos de padrinhos, ainda nós não tinhamos capacidade para concordar ou não com a decisão, é no mínimo patético e revela que a chantagem e o suborno são duas das armas mais poderosas para dominar os sentimentos de uma pessoas, elevando a sua cobiça e ganância à flor da pele, sempre escondida mas nunca enterrada. No Domingo de Ramos eu executava a minha tarefa de guia espiritual perante os milhares de almas perdidas que buscavam os meus conselhos quando uma delas me revelou, na viagem pelo seu subconsciente, uma relação de parentesco ténue com Diana. Esta relação, "prima" chamou-lhe ela, trouxe a mim a dúvida, onde está Diana quando era suposto estar aqui orientando a sua prima nos poderosos e misteriosos caminhos da vida? A dúvida encheu-me e tive que a expressar à única pessoa capaz de mo responder. A verdade é que a "prima" de Diana sofria da mesma dúvida que eu em relação ao seu paradouro quando a necessidade de amor fraternal se mais fazia sentir. Os telemóveis são armas do demónio, mas é neste momento que revelam todo o seu poder, ao darem-me a notícia de que, cedendo às tradições, Diana se encontra com a sua madrinha partilhando momentos de afecto inigualáveis, falsos quem sabe, só Deus, visto falar eu de experiência muito pessoal.
Mas uma história que poderia acabar aqui e em nada espelhar anormalidade, entrou no domínio do sobrenatural quando fui abordado por um segundo indivíduo, claramente relacionado com o primeiro numa relação clara de maternidade ou afim, exclamando perante o meu ar estupefacto, ser ela, e não outra do outro lado da linha de trocas de SMS, a madrinha de Diana. Em quem acreditar? Naquela que todos crêm ser a única capaz de me fazer ceder aos prazeres da carne ou na pessoa que afirmava ser a sua madrinha, ilustre desconhecida para mim, estaria ela a mentir? Não sei, continuaria sem saber, sem o destino não me tivesse feito questionar Diana. Será destino? A verdade é que Diana afirmava novamente que estava a dirigir-se a casa de sua madrinha, que se encontrava ali quedada à minha frente enquanto via este enorme paradoxo desenrolar-se à minha frente. O final desta história? Não sei. Nem quero. Há histórias que ficam completas sem um final, perdoando-me mais este paradoxo. Prefiro viver a vida a pensar que este momento teve tanto de belo como de impossível. Coincidence you might think? Como numa bela série de televisão que eu e muitos outros seguem vorazmente, muitas vezes até demais, já foi um dia proclamado...
Don't mistake coincidence for fate.
JC
JC09 - Cupid's last stand
Não tenho nome. Se alguém duvidava acaba aqui o flagelo que atormentou a mente desse triste e solitário indivíduo, cuja felicidade na vida se prende com as actualizações deste blog e que, proventura, já não mais o lerá nem beberá do saber destas palavras derivado do seu mais que provável suícidio durante o hiato de mais de um mês a que fui forçado por condicionantes externas ao meu espectro de domínio. Este escrito narra o acontecimento que causou este, para muitos sim para quase todos não, doloroso período de desértico fluir de ideias da minha parte, nessa noite fatídica de 14 de Fevereiro de 2010, sob as estrelas gloriosamente brilhantes, salpicando o negrume do Universo.
"Nature herself has imprinted on the minds of all the idea of God."
É curiosa a ligação entre a minha inominalidade [facto não aleatório nem meramente proto-filosófico, nem muito menos artíficio da minha bizarra mente para exprimir um qualquer sentimento de falta de identidade] e o promíscuo e vernáculo [palavra utilizada por um docente que respeito acima de Deus e outras entidades poli ou monoteístas um pouco por toda a toalha tetradimensional do espaço-tempo que cobre a existência da raça humana, feita às suas muitas e variadas imagens e semelhanças] acto do acasalamento humano, propulsionado, contra a vontade das divindades, pela criação do, tão inapropriadamente chamado, dia de S.Valentim, rebaptizado pela falta de respeito pela canonização, que as mais recentes e hereges gerações têm por este acontecimento demonstrado, como dia dos Namorados [com letra maiúscula como advém da ridícula e incompreensível importância que os self-proclaimed casais gostam na vasta maioria das vezes de atribuir ao rótulo dado à natureza da sua relação].
O meu nome perdeu-se na necessidade de me abstrair desses pensamentos impulsivos e presos ao prazer carnal na concepção destes tomos meramente abstractos. É o preço que se paga por esquecer a necessidade de ser amado e de amar: perder a própria identidade e ascender a um nível que poucos ou nenhuns sonharam atingir, e do alto desse pico de omnisciência lançar a cólera sobre aqueles que se perderam no tumultuoso mar do abstraccionismo do mundo que os rodeia quando acompanhados por outro ser que com eles partilhe tão perigosa e letal atracção. É esta força e este complexo de superioridade que me move no dia 14 de Fevereiro a esse antro de lascívia e obscenidade a que muitos gostam de chamar [vá-se lá saber porquê oh sábios da semântica e da necro-linguística] sala de cinema. Não só. Não. Um dia tão impróprio como este merece a companhia de 2 pessoas que comigo partilhem minimamente a superioridade em relação as restantes 150 pessoas neste enorme complexo de cadeiras reclináveis, incitando anda mais a prática descontrolada e desrespeitosa do coito em público, a quem chamaremos daqui em diante ficticiamente de Sara e Sofia [curioso como eu, also ficticiamente João E.F., indivíduo do cariótipo XY me faço acompanhar de dois indivíduos do sexo oposto sem qualquer pretexto reprodutivo ou de obtenção de prazer, num dia como o de hoje, a um filme romântico, rising once again above all].
Mas não é apenas com o objectivo de visionalização de uma película, produzida e realizada com o único e simples fim de provocar um baby boom em Novembro de 2010, [ou Setembro de 2010 para os, já de tão tenra idade, precoces] que os 3 protagonistas desta história decidiram perder uma noite de domingo em incómodas viagens de autocarro, rodeados por indivíduos com um QI inversamente proporcional ao gosto estilistico e capilar, perdidos na maralha de inerguminidade que se abateu sobre o shopping nessa fatídica noite. O objectivo era obliterar toda a possibildiade de criação de um clima minimamente apropriada a todas as tarefas que repudiei nos últimos parágrafos e obedecer ao que a minha omnisciência me obriga: arruinar durante 2 horas o tão importante dia dos Namorados a todos aqueles que, para mim Zeus da pureza, já nada representam neste mundo, nem em qualquer variação do mesmo em universos alternativos, e estariam melhor fechados numa ilha deserta, presos pelos grilhões da paixão, incapazes de propagarem a peste que os corrompe a cada yocto-segundo. E nessa noite vencemos.
Muitos lembrarão que a Novembro de 2010 a taxa de natalidade numa certa zona de um certo distrito de Portugal registou mínimos históricos inexplicáveis mesmo aos olhos dos mais doutos entre os mestres e doutores de medicina. Pois o nobre acto de dar à luz [outra frase, proveniente do infindável almanaque de frases inapropriadas a unidade curricular que lecciona, desse docente a quem idolatro e devoto todo o meu serviço e vassalagem] nesse 11º mês está directamente ligado à pontaria do jovem e anafado cúpido 9 meses antes, pontaria facilmente diminuída pelo poder que me foi concebido em troca do meu nome na patética esperança de salvar o mundo de todas as chicotadas que o demónio da sensualidade tenta continuamente inflingir sobre cada um de nós. Aqui deixo a mensagem: custou-me mais de um mês de recuperação, um mês de vazio mental e incapacidade de escrita e outras actividades cognitivas, mas graças a mim e aos que deram a vida e a morte por este momento, Cupid you shall never rise again from the ashes.
"Nature herself has imprinted on the minds of all the idea of God."
É curiosa a ligação entre a minha inominalidade [facto não aleatório nem meramente proto-filosófico, nem muito menos artíficio da minha bizarra mente para exprimir um qualquer sentimento de falta de identidade] e o promíscuo e vernáculo [palavra utilizada por um docente que respeito acima de Deus e outras entidades poli ou monoteístas um pouco por toda a toalha tetradimensional do espaço-tempo que cobre a existência da raça humana, feita às suas muitas e variadas imagens e semelhanças] acto do acasalamento humano, propulsionado, contra a vontade das divindades, pela criação do, tão inapropriadamente chamado, dia de S.Valentim, rebaptizado pela falta de respeito pela canonização, que as mais recentes e hereges gerações têm por este acontecimento demonstrado, como dia dos Namorados [com letra maiúscula como advém da ridícula e incompreensível importância que os self-proclaimed casais gostam na vasta maioria das vezes de atribuir ao rótulo dado à natureza da sua relação].
O meu nome perdeu-se na necessidade de me abstrair desses pensamentos impulsivos e presos ao prazer carnal na concepção destes tomos meramente abstractos. É o preço que se paga por esquecer a necessidade de ser amado e de amar: perder a própria identidade e ascender a um nível que poucos ou nenhuns sonharam atingir, e do alto desse pico de omnisciência lançar a cólera sobre aqueles que se perderam no tumultuoso mar do abstraccionismo do mundo que os rodeia quando acompanhados por outro ser que com eles partilhe tão perigosa e letal atracção. É esta força e este complexo de superioridade que me move no dia 14 de Fevereiro a esse antro de lascívia e obscenidade a que muitos gostam de chamar [vá-se lá saber porquê oh sábios da semântica e da necro-linguística] sala de cinema. Não só. Não. Um dia tão impróprio como este merece a companhia de 2 pessoas que comigo partilhem minimamente a superioridade em relação as restantes 150 pessoas neste enorme complexo de cadeiras reclináveis, incitando anda mais a prática descontrolada e desrespeitosa do coito em público, a quem chamaremos daqui em diante ficticiamente de Sara e Sofia [curioso como eu, also ficticiamente João E.F., indivíduo do cariótipo XY me faço acompanhar de dois indivíduos do sexo oposto sem qualquer pretexto reprodutivo ou de obtenção de prazer, num dia como o de hoje, a um filme romântico, rising once again above all].
Mas não é apenas com o objectivo de visionalização de uma película, produzida e realizada com o único e simples fim de provocar um baby boom em Novembro de 2010, [ou Setembro de 2010 para os, já de tão tenra idade, precoces] que os 3 protagonistas desta história decidiram perder uma noite de domingo em incómodas viagens de autocarro, rodeados por indivíduos com um QI inversamente proporcional ao gosto estilistico e capilar, perdidos na maralha de inerguminidade que se abateu sobre o shopping nessa fatídica noite. O objectivo era obliterar toda a possibildiade de criação de um clima minimamente apropriada a todas as tarefas que repudiei nos últimos parágrafos e obedecer ao que a minha omnisciência me obriga: arruinar durante 2 horas o tão importante dia dos Namorados a todos aqueles que, para mim Zeus da pureza, já nada representam neste mundo, nem em qualquer variação do mesmo em universos alternativos, e estariam melhor fechados numa ilha deserta, presos pelos grilhões da paixão, incapazes de propagarem a peste que os corrompe a cada yocto-segundo. E nessa noite vencemos.
Muitos lembrarão que a Novembro de 2010 a taxa de natalidade numa certa zona de um certo distrito de Portugal registou mínimos históricos inexplicáveis mesmo aos olhos dos mais doutos entre os mestres e doutores de medicina. Pois o nobre acto de dar à luz [outra frase, proveniente do infindável almanaque de frases inapropriadas a unidade curricular que lecciona, desse docente a quem idolatro e devoto todo o meu serviço e vassalagem] nesse 11º mês está directamente ligado à pontaria do jovem e anafado cúpido 9 meses antes, pontaria facilmente diminuída pelo poder que me foi concebido em troca do meu nome na patética esperança de salvar o mundo de todas as chicotadas que o demónio da sensualidade tenta continuamente inflingir sobre cada um de nós. Aqui deixo a mensagem: custou-me mais de um mês de recuperação, um mês de vazio mental e incapacidade de escrita e outras actividades cognitivas, mas graças a mim e aos que deram a vida e a morte por este momento, Cupid you shall never rise again from the ashes.
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